O filme ‘El Verano Que Vivimos’, protagonizado por Blanca Suárez, estreou no dia 04/12 nos cinemas da Espanha. Não há previsão de que a obra venha para o Brasil!



O agravamento da pandemia do Covid-19 fez com que a estreia do filme ‘O verão em que vivemos’, marcada para esta sexta-feira, tenha sido adiada. As intenções do produtor e do distribuidor, Warner e Filmax respectivamente, eram que o filme, que tem inúmeras cenas rodadas em Jerez e na Galiza, fosse lançado esta sexta-feira, embora este extremo tenha finalmente sido posto de parte. No momento, a nova data de lançamento está marcada para o dia 4 de dezembro, também sexta-feira, embora tudo indique que, dependendo do impacto que o agravamento da pandemia tiver nos showrooms do país, essa data poderá até ser adiada.

Recorde-se que a intenção dos produtores e expositores era que a obra dirigida por Carlos Sedes pudesse ser vista em 400 salas espalhadas por todo o território nacional.

Fontes da Yelmo Cines consultadas por este meio confirmaram que “finalmente foi adiado para o início de dezembro. É uma estreia nacional e, portanto, as circunstâncias em que nos encontramos não são propriamente as mais propícias”. A este respeito, as fontes mencionadas assinalam que “a Catalunha, por exemplo, está totalmente encerrada e as Astúrias estão prestes a fazê-lo citando apenas dois casos”.

De Yelmo, eles apontam que “este é um filme no qual a Warner tem esperanças de que funcionará muito bem“. Obviamente, o produtor não quer que a pandemia arruíne o que é claramente uma estreia de sucesso. “A exibição de‘ O verão que vivemos ’em Jerez’ recebeu críticas muito boas das pessoas que vieram vê-lo”, disseram fontes.

Fonte: Diario de Jerez

Tradução & Adaptação: Equipe BSBR



Blanca Suárez é a estrela da edição que comemora os 30 anos da revista Cosmopolitan España, ao lado de María Pedraza. Confira a matéria feita com as atrizes:

Depois de um hiato profissional em que confessam ter se redescoberto, as atrizes Blanca Suárez e María Pedraza voltam com o filme ‘O verão que vivemos’ e se juntam a nós para celebrar nosso 30º aniversário.

São atrizes acostumadas a engatar um projeto atrás do outro. Por isso, quando lhes pergunto como lidaram com a ruptura provocada pela atual pandemia, as duas coincidem em afirmar: “Vivemos uma montanha-russa”. Uma montanha-russa da qual ainda não descemos, pois no momento em que se realiza a entrevista – uma manhã quente de final de julho – somos obrigadas a falar por trás das máscaras. Claro que o fazemos num dos salões espectaculares do histórico Casino de Madrid –o local escolhido para a sessão fotográfica– à porta fechada, um verdadeiro luxo.

TEMPO DE SILÊNCIO

Para Blanca Suárez (Madrid, 1988), ficar em casa significou um reencontro com a sua vida: “Refleti se alguma vez tive este nível de calma e tive que lidar com isso, porque é raro na nossa profissão. Claro, já passei por diferentes estados de espírito, tentando tirar proveito de tudo isso. Agora fico vivendo o dia a dia, porque aconteceu a coisa mais improvável que poderia acontecer. Tudo o que resta é a vinda dos alienígenas!” (risos).

ENTRE VINHAS

Para alegria dos cinéfilos, antes de estourar a crise elas rodaram juntas ‘El verano que vivimos’, drama romântico em que um jornalista estagiário investiga uma história de amor ocorrida 40 anos antes (em 1958) em Jerez, a partir de um obituário que chega ao jornal. Vai chegar ao grande ecrã a 6 de novembro, embora os mais afortunados já o tenham podido ver no Festival de San Sebastían, onde foi apresentado pela primeira vez. “Foi um filme muito especial. Criámos uma pequena família e a cidade acolheu-nos muito bem, estavam muito entusiasmados por estarmos ali, vivendo e retratando uma época de ouro em que o vinho espanhol, neste caso o de Jerez, estava a emergir e que anos mais tarde foi reconhecido no mundo todo”, diz Blanca, que interpreta Lucía, uma jovem muito autoconfiante que pertence a uma importante família vinícola. Para o seu papel, teve de enfrentar vários desafios: o primeiro deles, falar com sotaque andaluz. “Tínhamos um treinador que nos dava dicas, embora tenhamos dado muitas voltas ao tipo de sotaque que queríamos para as personagens, fosse um puro de Jerez ou mais neutro, e no final decidimos fazer algo que não fosse muito fechado”, explica. Quando você retrata uma cultura tão específica, é difícil para todos ficarem satisfeitos com o resultado. Ela também teve que dançar bulerías – “é uma das danças mais difíceis por aí, então eu não tive escolha a não ser fazer algumas aulas expressas para pegar o jeito” – e fazer nada menos do que um nu completo.

Apesar de já estar há mais de dez anos na carreira, a atriz admite que ainda tem vergonha de enfrentar esse tipo de cena: “Se não fosse assim eu teria que me preocupar (risos). Tento enfrentá-las com naturalidade, minimizando-as. Normalmente, a equipe ao seu redor também tende a se sentir constrangida e se você tirar um pouco de drama disso, deixará todos mais confortáveis.” Algumas dessas cenas são precisamente compartilhadas com Javier Rey (seu atual parceiro) e a química entre eles é mais do que evidente. “Tem sido ótimo trabalhar juntos. Nas filmagens combinamos muito bem – diz ela -. Desde o primeiro momento, nos ensaios, me relacionei muito bem com ele e com Pablo Molinero (seu noivo no filme)”. E é que na ficção Blanca está dividida entre dois amores, algo que também lhe aconteceu em alguma ocasião na vida real, como ela confessa. “É por isso que eu acredito que você nunca deve julgar os outros. Parece-me audacioso, porque o que você menos imagina pode acontecer com você. Falo até das coisas mais idiotas, como negar as ombreiras … e acabar por calçá-las e usar leggings arrastão” (as duas caem na gargalhada). “Eu também tive que decidir entre dois meninos”, intervém Maria. Não é fácil, mas é preciso ter coragem e apostar no que achar que gosta.

Já na arena do amor, não posso deixar de me perguntar se elas já receberam foras. “Sim”, elas respondem em uníssono. “E grande”, acrescenta Blanca. “Mas é engraçado porque a vida te faz se reconectar com aquela pessoa e então é você que a rejeita. Você não faz isso conscientemente. Basta dizer: “Pois é, agora sou eu que não estou disponível”, porque você já fechou aquela etapa”, revela María.

FALANDO DO FUTURO

Agora elas estão dedicadas a seus próximos projetos: Blanca começa a filmar a série Jaguar para a Netflix uma semana após esta entrevista.

Fonte: Cosmopolitan ES

Tradução & Adaptação: Equipe BSBR

Confira os bastidores da entrevista:

 

 

Confira o ensaio fotográfico completo clicando nas miniaturas abaixo:

Confira os scans da revista clicando nas miniaturas abaixo:



A Netflix aproveitou o início das filmagens de ‘Jaguar’, a nova série de plataformas espanholas com Blanca Suárez caçando nazistas, para lançar as primeiras imagens, confirmando de passagem o resto dos protagonistas.

Elenco e mais detalhes da série:

Junto com Blanca Suárez, que interpreta Isabel Garrido na série, vemos Iván Marcos (‘Fariña’) como Lucena, Francesc Garrido (‘Smoking Room’) como Marsé, Adrián Lastra (‘Primos’) como Sordo e Óscar Casas (‘Instinto’) como Castro.

Idealizado por Ramón Campos e Gema R. Neira, ‘Jaguar’ nos levará de volta aos anos 60 com a Espanha convertida em refúgio para uma multidão de nazistas após a Segunda Guerra Mundial. Aí seguiremos a história de Isabel Garrido, uma jovem que conseguiu sobreviver à sua passagem por Mauthausen e que procura o homem mais perigoso da Europa. O que ela não sabia é ​​que há mais pessoas tentando fazer justiça, a quem ela decide se juntar.

Descrito por Campos como “o meu projeto mais pessoal dos últimos anos”, ‘Jaguar’ é postulado como uma das mais poderosas estreias espanholas da Netflix para 2021, embora no momento sua data exata de entrada no catálogo da empresa seja desconhecida.

Fonte: Espinof

Tradução & Adaptação: Equipe BSBR



As telefonistas desligam a central. Após quatro anos e cinco temporadas, a série da Bambú Producciones, criada por Ramón Campos e Teresa Fernández-Valdés, termina em 3 de julho, data de lançamento de seus últimos capítulos. Esta semana, na revista HOLA!, Blanca Suárez, Ana Fernández e Nadia de Santiago estrelam um relatório excepcional no qual eles se reúnem para conversar sobre o final desta série que foi marcante na Espanha, sendo a primeira produção espanhola da Netflix.

As atrizes do momento chegam ao fim de sua história quando começaram: unidas. “Somos muito diferentes em personalidade, caráter… mas nesta série houve algo mágico que nos conectou e cenas maravilhosas surgiram”, revela Ana Fernández, que afirma estar empolgada no final da série. “É claro que choramos no último dia de filmagens! Estamos juntas há quatro anos e muita coisa aconteceu conosco em nível pessoal. Elas são as melhores colegas que já tive”, confessa Nadia de Santiago, que está aguardando novos projetos.

Um fim forte

“Há muito tempo, quando nos perguntaram como gostaríamos que a série terminasse, todos concordamos com a mesma coisa… não sei se isso satisfará a todos, mas é certamente um final forte”, acrescenta Blanca Suárez, que está encantada com seu novo projeto: nova série para Netflix, Jaguar, que foi adiada pela pandemia.



A segunda parte da drama espanhol As Telefonistas, chega ao streaming da Netflix no próximo mês, e visando isso, hoje foi divulgado o trailer final deste drama regado a muito romance, dor, tragédia e perseverança, em que  as mulheres são protagonistas insignes e lutam a todo custo contra os males que ultrapassam suas vidas.

Neste trailer Lidia (Blanca Suárez), Marga (Nadia de Santiago), Carlota (Ana Fernández) e Óscar (Ana Polvorosa) irão bater de frente contra o que mais o assolam, e por um fim a toda traição, flagelo e as dores que as atormentaram ao longa desta trama, mostrando as verdadeiras facetas daqueles que só estavam presentes para humilhar e confrontá-las, com seus ódios oblíquos, em uma guerra que chegou ao fim e cada uma delas com sua história marcada e por batalhas significativas na vida de cada uma dessas mulheres.

Assista:

Estreia na Netflix em 3 de julho!



Blanca Suárez estrela a nova campanha #somosSMARTgirl em um vídeo divertido, em que o novo Samsung Galaxy Z Flip e a tecnologia convergem no melhor aliado para mostrar seu lado mais incomum: seja honesto, faça graça e, acima de tudo, divirta-se.

Confira o vídeo, fotos oficiais e screencaptures:



Coincidindo com o Dia dos Namorados, a Netflix estreou a primeira parte da 5ª temporada de Las Chicas del Cable. Cinco capítulos ambientados na guerra civil espanhola que tiveram um resultado que deixou os espectadores no limite e querendo mais – mais capítulos e mais respostas.

Bem, os fãs de Lidia, Carlota, Oscar e Marga, as telefonistas da Netflix, encontrarão a solução na segunda parte da quinta parcela que finalmente tem data de lançamento: julho. Esse será o momento em que os espectadores descobrirão o destino da personagem interpretado por Blanca Suárez enquanto ela luta contra os fantasmas do passado na prisão.

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Nuestro destino será no olvidarlas.

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Blanca Suárez é a estrela da edição de maio da Harper’s Bazaar España! Confira a entrevista traduzida, scans e o ensaio fotográfico completo:

Sobre seus planos com a Netflix, com a ideia de felicidade, a importância do sabre escutar e como gerenciar a fama. Assim foi o nosso encontro – antes que o mundo mudasse por completo – com a atriz Blanca Suárez, marca registrada em si mesma e musa do perfume da Angel Schlesser Perfumes.

Tudo o que é relacionado à Blanca Suárez (Madrid, 1988) é convertido em notícia. Desde fazer uma tatuagem, a mudar a cor dos cabelos ou fatos tão cotidianos – e insignificantes quando se trata do resto dos mortais – como passear com seu cachorro, Pistacho. Um novo romance ou mudar de casa merecem, obviamente, um capítulo a parte. Cada imagem que publica no Instagram, cada movimento público geram uma cadeia de reações imparável. “Ninguém te ensina ou aconselha sobre como levar a fama. Do lado de fora, parece trivial, mas é algo muito sério, porque, às vezes, influencia as pessoas ao seu redor. Eu tento lidar com isso da melhor maneira possível”, reflete.

Estávamos em uma fria segunda-feira de fevereiro, em Madrid, antes que o mundo mudasse completamente. Em contraste com o barulho criado ao seu redor, Blanca chega sozinha e em silêncio no estúdio onde a sessão de fotos aconteceu. Depois de cumprimentar com calma toda a equipe, um café é preparado. Ela usa jeans, moletom e tênis estilo boyfriend. Menos de um mês atrás, as filmagens de Las Chicas del Cable, a famosa série, ambientada na década de 1920, que narra a vida de quatro operadoras de telemarketing, terminaram. É também a primeira produção da Netflix, em colaboração com a Bambú Producciones, na Espanha. Uma aventura que ela compartilha há quatro anos com outras atrizes de sua geração, como Maggie Civantos, Ana Fernández e Nadia de Santiago. “Foi uma etapa muito importante que todos precisávamos concluir, assim como a própria produção. Nunca fui a favor de prolongar as coisas mais do que o necessário”, declara. Blanca tem outros dois projetos com a produtora e a gigante do streaming: o filme El verano que vivimos, que estrela ao lado de Javier Rey – seu atual parceiro romântico – sob o comando de Carlos Sedes, e a série Jaguar, que será lançada em 2021. Uma história também da época, embora desta vez ela não se mude para a Espanha dos anos 60, e na qual dará vida a uma espiã caçando nazistas.

Desde o dia em que um diretor de elenco a descobriu por acaso na Escola de Artes Cênicas de Tritón, onde estudou após o ensino médio, tudo em sua carreira aconteceu por acaso. “Eu tive sorte que coisas bonitas aconteceram comigo e pude trabalhar com pessoas muito interessantes”, diz ela. Nomes relevantes como Álex da Iglesia, José Luis Cuerda ou Pedro Almodóvar.

Seu poder de influência não passou despercebido no universo da moda, onde é literalmente sorteado. No momento, a madrileniana é a imagem da Samsung, Women’s Secret, Guerlain e Ángel Schlesser. Com este último selo, ela acaba de renovar como embaixadora das fragrâncias Femme e Femme Adorable. “Eu os amo porque são leves, mas têm personalidade.”

Quando ela move as mãos ao falar, um foguete semelhante ao emoji do whatsapp é vislumbrado no dedo médio da mão direita. O que isso simboliza? Ela balança a cabeça e ri. “Tatuagens têm significados super íntimos”, diz ela. Ela também tem um pônei remanescente de Pinkie Pie, o personagem My Little Pony, em seu braço direito e seus três animais de estimação – seu cão Pistachio e seus gatos Cork e Fluff – em seu torso. Cuidadosa com sua vida privada, ela evita qualquer anedota pessoal. No entanto, quando ela fala, ela olha nos olhos, como se nada no mundo importasse tanto naquele momento quanto a conversa que ela está tendo. “O que eu mais admiro em uma pessoa é saber ouvir, observar e prestar atenção ao que está à sua frente”, revela. Além do senso de humor e serenidade, um dos aspectos que melhor a define é a obstinação em ser discreto. “Eu tento em muitos momentos não atrair atenção”, diz ela.

Blanca cresceu no bairro de Las Ventas, em Madrid, em uma família de classe média. Para ela, seus pais e seu único irmão – 11 anos mais velhos – continuam sendo seus heróis. “Sinto-me com sorte por ter crescido com tanto amor”, lembra ela. Deles herdou o gosto por prazeres simples e uma alma caseira. “Pode haver pessoas que preferem ficar fora de casa com pessoas que viram três vezes, mas esse não é o meu caso. Eu preciso estar aqueles que amo”. Até a percepção de felicidade dela é realista: “É estar confortável com o que você escolheu, com as decisões que tomou”, diz ela. Blanca não pensa no futuro, ela vive o momento. “Há um mês, eu não sabia se conseguiria um emprego nesta primavera. Essa instabilidade faz com que você se abra a um telefonema para mudar sua vida nos próximos dois anos. Aprendi a ficar satisfeita com esse sentimento de gerenciar as coisas que chegam até você”. Uma filosofia que hoje em dia assume um significado especial.